O município de Xanxerê confirmou nesta sexta-feira, dia 4, a terceira morte causada pela chikungunya em 2025. A vítima é Nilza Salete Forchesato, de 80 anos, moradora do bairro dos Esportes. De acordo com a prefeitura, a idosa faleceu nesta quinta-feira, dia 3. Ela estava internada no Hospital Regional São Paulo (HRSP) e possuía comorbidades.
Ainda segundo a prefeitura, a vítima apresentou os primeiros sintomas no dia 16 de março. No dia 20 de março, ela realizou o exame, que teve resultado positivo para chikungunya.
Além disso, a Vigilância Epidemiológica de Xanxerê está investigando outro óbito suspeito de Chikungunya que foi registrado nesta sexta-feira, dia 4. A mulher tem 76 anos e é moradora do bairro Santos Dias. Ela também estava internada no HRSP e apresentou os primeiros sintomas em 29 de março. O exame foi coletado nesta quinta-feira, dia 3, e o resultado ainda está em análise.
Três óbitos
Com a morte desta quinta, Xanxerê chega a três óbitos ocasionados pela doença desde o início do ano. A primeira morte por chikungunya na cidade ocorreu em 4 de março. A vítima, Rute Alves, de 22 anos, moradora do bairro Vila Sésamo, testou positivo para dengue no início de fevereiro. No dia 12 do mesmo mês, antes do diagnóstico de chikungunya, foi internada no Hospital Regional São Paulo. Devido ao agravamento do quadro clínico, precisou ser transferida para Chapecó, onde faleceu.
A segunda vítima, Jurema Musa Rebelatto, de 85 anos, era moradora do bairro Tonial. De acordo com a prefeitura, ela estava internada na UTI do Hospital Regional São Paulo (HRSP) e possuía comorbidades. A morte da idosa ocorreu no dia 17 de março.